Cuidado com as influências literárias! Um alerta para os jovens que lêem e gostam da cultura esotérica 

 

Nos últimos anos, o interesse pelo esoterismo tem crescido vertiginosamente em nossa sociedade. Em alguns países, livrarias que antes limitavam-se a disponibilizar sessões específicas para o tema, hoje contam com lojas exclusivas para atender ao público sedento pelo assunto.

Convém, no entanto, esclarecer que há diferenças nos conceitos de esoterismo e exoterismo.

O termo "esotérico" (antônimo de "exotérico", apesar de ter a mesma pronúncia) se refere ao ensinamento que era reservado aos discípulos completamente instruídos nas escolas filosóficas da Grécia antiga. Por extensão, esotérico se refere a todo ensinamento ministrado a um círculo restrito e fechado de ouvintes e, portanto, requer algum tipo de iniciação. Gnose, Ordem Rosacruz, Teosofia, e Maçonaria são exemplos de ensinamentos esotéricos.

No entanto, por que razão, assuntos pertencentes a círculos fechados, têm atingido tamanha proporção, sobretudo entre os jovens? Não é difícil perceber que, hoje, crianças e adolescentes, de uma forma geral, têm sofrido fortes influências no âmbito da literatura. Publicações que deveriam apresentar conteúdo infanto juvenil, têm, na verdade, servido de armadilha para a sedução destas últimas gerações, com mensagens que vão desde o incentivo à feitiçaria até a prática de invocação a espíritos malignos.

Após o grande sucesso obtido com a saga Harry Potter, há quem aponte a obra literária de JK Rowling, como a "série infantil mais popular já escrita". O que, lamentavelmente, poucos observam, é que a influência deste personagem levou, e continua levando,  muitos adolescentes e jovens à buscarem iniciação na Wicca - religião neopagã politeísta, onde seus adeptos praticam bruxaria.

Abramos nossos olhos! A Palavra de Deus nos orienta claramente acerca destes males. O Senhor condena explicitamente a feitiçaria, a magia, os encantamentos, adivinhações e consulta aos mortos (Dt 18:10,11). Com respeito a qualquer leitura que incentive estas práticas, o salmo 101:3 nos diz: "Não porei coisa má diante dos meus olhos".

Ev. André Alencar - IEADPE