Deus é o Ser Supremo, o Criador. Ele é perfeito e poderoso. É importante que a medida que buscarmos conhecer Deus, alcancemos o entendimento necessário.

Como conhecer Deus é algo que conseguimos através da intimidade contínua com a Sua Palavra, e a Sua existência é notada através de Seus feitos, e por Suas Obras reconhecemos a Sua natureza e Seu caráter. Deus é o Ser Supremo, o Criador. Ele é perfeito e poderoso. É importante que a medida que buscarmos conhecer Deus, alcancemos o entendimento necessário para termos ciência da Sua grandiosidade e de Sua santidade.   

I – DEFINIÇÃO E TIPOS DE CONHECIMENTO

O termo hebraico geralmente utilizado no AT para “conhecimento” é “yada”. Quando a expressão “yada” se refere a Deus significa um “envolvimento intenso”  que vai além de um mero relacionamento cognitivo (Jr  22.16). Já no NT temos a palavra grega “ginosko”. Tanto uma, como a outra, podem ser traduzidas dependendo do contexto, por: “notar, perceber, entender, compreender, distinguir, saber, conhecer, ter sensação de pertencimento” (HARRIS, et al, 1998, p. 597 – acréscimo nosso). A necessidade de conhecermos a Deus segundo as Santas Escrituras é algo perceptível. O conhecimento pode ser dividido em uma série de categorias. Vejamos algumas:

Conhecimento sensorial: Aquele que é comum entre seres humanos e animais;
Conhecimento intelectual: Aquele que é o raciocínio, o pensamento do ser humano;
Conhecimento popular: É a forma de conhecimento de uma determinada cultura;
Conhecimento empírico: É adquirido em nossas interações com o meio ambiente e social;
Conhecimento científico: É adquirido através da investigação metódica e mais profunda das coisas, dos fatos e dos fenômenos;
Conhecimento filosófico: Adquirido através do contínuo questionamento de si mesmo, da realidade, da razão última, da existência e dos propósitos das coisas;
Conhecimento teológico: Adquirido através do estudo sistemático e metódico da Bíblia Sagrada;
Conhecimento pessoal: Conhecer em termos bíblicos significa conhecer de modo pessoal, através um relacionamento de confiança entre duas ou mais pessoas, um relacionamento de amizade e um relacionamento de intimidade e fidelidade.

II – DEUS PODE SER CONHECIDO

Na concepção bíblica, o conhecimento não está essencialmente, nem mesmo primariamente, enraizado no intelecto e na atividade mental. Em vez disso, é mais experimental e está embutido nas emoções, de modo que possa abranger qualidades tais como: contato, intimidade, preocupação, parentesco e reciprocidade. A Bíblia mostra  Deus como um ser incognoscível e cognoscível, como veremos a seguir:

2.1 Incognoscibilidade (aquilo que não se pode conhecer). A incognoscibilidade divina é oriunda da limitação do entendimento humano e dos atributos divinos que são incomunicáveis como a eternidade, infinitude e a imensidão (Sl 145.3; 147.5). Deus revelou-se parcialmente a si mesmo na Bíblia, mas mesmo assim é considerado incognoscível quando se trata do conhecimento pleno do seu Ser e de sua essência. Como Ele é infinitamente incomparável, o homem jamais poderá esquadrinhá-lo e compreendê-lo plenamente como Ele é em essência e glória. A grandeza de Deus ultrapassa os limites do raciocínio humano (Jó 26.14; 36.26; 37.5; 139.6; Is 40.28; 46.5; Rm 11.33).

2.2 Cognoscibilidade (aquilo que se pode conhecer). O Deus verdadeiro revelou-se parcialmente a si mesmo. Assim, o homem pode conhecê-lo em parte, haja vista ser Ele também imanente, o suficiente para que exista um relacionamento entre ambos. Em virtude da infinita grandeza do Criador, esse conhecimento acerca dEle é comparável ao reflexo de um espelho, como um enigma (1Co 13.12), pois “em parte, conhecemos...” (1Co 13.9). Nesse sentido, Deus é cognoscível (pode ser conhecido), conquanto esse conhecimento não signifique simplesmente o fato de alguém possuir informações sobre Ele, mas também de possuir um relacionamento experimental e contínuo da Sua Pessoa (1Sm 3.1; 7-10; Jó 42.5).

III – O DEUS QUE SE DÁ A CONHECER

A Bíblia nos mostra que Deus é um ser que se dá a conhecer e se comunica com o homem (Gn 1.29; 3.3; 6.13; 12.1-3; Êx 3.14). O Deus verdadeiro sempre quis, e quer ser conhecido do ser humano, de forma pessoal, para demonstrar seu amor, cuidado e salvação. Eis algumas razões porque Deus se revela e se dá a conhecer ao homem:

3.1 Deus se dá a conhecer porque é vivo. Diferente dos ídolos mudos que muitos de nós antes reverenciávamos, agora servimos ao Deus que fala (Gn 12.1; Êx 3.4; Lv 1.1; Dt 34.4; 1Ts 1.9). Ele é um Deus vivo (1Sm 17.36; Is 37.17; Jr 10.10; Dn 6.26). É deste Deus que a alma humana tem sede (Sl 42.2; 84.2).

3.2 Deus se dá a conhecer porque deseja se revelar. A palavra revelar segundo o Aurélio quer dizer: “tirar o véu; descobrir; desvelar”. A vida espiritual não é estática, mas dinâmica. Pela aplicação da razão humana santificada ao estudo da Palavra de Deus, o homem pode, sob a direção do Espírito Santo, obter um sempre crescente conhecimento de Deus. Devemos  prosseguir no conhecimento de Deus. Ele tem muito mais coisas para nos mostrar (Os 6.3; 2Pe 3.18).

3.3 Deus se dá a conhecer porque quer ter comunhão com o homem. Uma pessoa só pode ter comunhão com a outra por meio da comunicação, do diálogo. A expressão comunicar significa: “Transmitir informação, dar conhecimento de; fazer saber”. Deus deseja se comunicar com o ser humano, para que ambos possam desfrutar de uma perene comunhão (Jr 29.13; 33.3; Mt 6.6; Tg 4.8). Por isso, diversos textos das Sagradas Escrituras incentivam o crente a orar (1Cr 16.11; Sl 105.4; Is 55.6; Am 5.4,6; Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24; Ef 6.17,18; Cl 4.2; 1Ts 5.17).

IV – COMO PODEMOS CONHECER A DEUS

Conhecer Deus é ter um relacionamento vital com ele, caracterizado por fidelidade e enraizado em amor, confiança e profunda e constante consideração. Confiança e conhecimento são aspectos essenciais e inseparáveis dessa relação. Conhecer a Deus em todos os aspectos é a pessoa agir de uma maneira que enobrece esse relacionamento, que a solidifica, que promove seu bem-estar e mostra que essa pessoa a valoriza acima de tudo o mais (1Cr 28.9). É confiar em Deus, confiar na retidão de seus caminhos e procurar ser guiado por eles em qualquer circunstância. Desse modo, “conhecer a Deus” agrada a ele (Jr 9.24; 22.16; Os 6.6, Sl 36.10). Conhecer a Deus é estar num relacionamento correto com ele, com características de amor, confiança, respeito e comunicação aberta. Notemos:

4.1 Podemos conhecer a Deus através de Cristo. Ninguém jamais viu a Deus, no entanto o Seu Filho Unigênito o revelou (Mt 11.27; Jo 1.18). Entre as coisas que Jesus revelou a respeito do Pai, destacam-se: seu grande amor (Jo 3.16); seu caráter (Mt 5.48); sua vontade (Lc 10.21); sua espiritualidade (Jo 4.24); sua bondade (Mt 7.11); seu cuidado para com a criação e com os homens (Mt 6.25-32). Portanto, Jesus Cristo é a maior expressão da revelação de Deus. Ele é o Emanuel, o Deus conosco (Is 7.14; Mt 1.23). Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Cl 2.9). Quem vê Cristo vê o Pai, porque ambos são um em essência (Jo 10.30; 14.9).

4.2 Podemos conhecer a Deus através da Bíblia. Desde a criação do homem que Deus tem promovido meios de se comunicar com ele, revelando-se de diversas maneiras: através da natureza (Sl 19.1-3; Rm 1.19,20); oralmente (Gn 3.8; 4.9; 6.13); através dos profetas (Hb 1.1). Sua revelação perfeita deu-se através de Jesus - a Palavra Viva (Jo 14.6-9) e através da Bíblia - a Palavra Escrita (2Pe 1.20,21). A Bíblia é a revelação escrita de Deus ao homem, pois através dela Deus se fez conhecido. Disse o Pastor Antônio Gilberto: “Pela Bíblia, Deus fala em linguagem humana, para que o homem possa entendê-lo” (2004, p. 6). Portanto, se quisermos conhecer a Deus devemos ler e meditar na Palavra de Deus (Js 1.8; Sl 1.2; 119.15; Lc 24.27,44; Jo 5.39).

4.3 Podemos conhecer a Deus através da experiência pessoal. A experiência, embora considerada como subjetiva, é um fato impactante para quem a teve (Lc 1.1-2; At 5.32). Portanto, esta é muito válida quando respaldada pela Palavra de Deus (1Jo 4.1). “A experiência cristã é mais que um sentimento intelectual; é plena vivência dos mistérios do Reino de Deus. É a vida de Deus reinando na vida do crente”. A Bíblia está repleta de histórias de pessoas que tiveram experiências marcantes com Deus. No AT podemos citar alguns casos tais como: Abraão (Gn 12.1,7); Jacó (Gn 28.10-22); Moisés  (Êx 3.1-5); Samuel (I Sm 3.1-10); Jeremias (Jr 1.1-12). No NT temos: Pedro (Lc 5.1-10; At 4.20); João (Jo 1.14; 1Jo 1.1-3); Tomé (Jo 20.24-28); Tiago (1Co 15.7); Paulo (At 9.1-6). Não podemos ser cristãos superficiais, ou seja, sem profundidade (Is 1.3; Mt 15.8). O desejo de Deus é que cada crente mergulhe profundo nas experiências com Ele a fim de que possa adquirir mais conhecimento de Sua Pessoa (Ez 47.1-5). Um crente que tem experiência contínua com Deus, dificilmente se deixará enganar por alguém que questiona a sua fé com argumentos falaciosos (Jó 19.25; 2Tm 1.12).

V – A BÍBLIA E O CONHECIMENTO A DEUS

O conhecimento de Deus inclui necessariamente dados factuais e objetivos. Uma pessoa pode possuir o conhecimento intelectual sobre Deus e seus caminhos, e ainda assim não o conhecer (Jr 2.8; 4.22; 9.3-6, 23; Os 5.4-5; 8.1-3; Jo 7.28, 29; 8.15, 19). O termo “conhecer” nas Escrituras muitas vezes tem um sentido que vai além do entendimento básico de simplesmente ter conhecimento intelectual de algo ou de alguém. Assim, refere-se a ocasiões em que: "... expressa uma relação pessoal entre o que conhece e o que é conhecido... " O desejo de Deus é que o conheçamos cada vez mais. Vejamos:

“Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR, que faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR” (Jr 9.23,24).
“E dize-lhes: Assim diz o Senhor DEUS: No dia em que escolhi a Israel, levantei a minha mão para a descendência da casa de Jacó, e me dei a conhecer a eles na terra do Egito, e levantei a minha mão para eles, dizendo: Eu sou o SENHOR vosso Deus”  (Ez 20.5).
“Assim eu me engrandecerei e me santificarei, e me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que eu sou o SENHOR”  (Ez 38.23).
“E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao SENHOR”  (Os 2.20).
“E tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai, e serve-o com um coração perfeito e com uma alma voluntária...” (1Cr 28.9).
“Antes, crescei na graça no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo...” (2 Pe 3.18-a).
“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR” (Os 6.3-a).
“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste” (Jo 17.3).

CONCLUSÃO

A Bíblia diz que há um ser pessoal auto consciente, auto existente, que é a origem de todas as coisas e que está acima da criação inteira, mas ao mesmo tempo está em cada parte da criação. Dentre muitas coisas que podemos conhecer a respeito de Deus, a mais excelente delas é saber que Ele fala com o homem e que o homem pode falar com Ele. Esta verdade deve nos impulsionar a buscá-lo fervorosamente através da Escritura e da oração, a fim de que possamos progredir nesse conhecimento infindo.
   
REFERÊNCIAS
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KLAUBER, M. O Caminho do Adorador. RJ: CPAD, 2005.
RICHARDS, L. O. Guia do Leitor da Bíblia. RJ: CPAD, 2005.
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GILBERTO, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. RJ: CPAD, 2010.
PALMER, M. D. (ed.) Panorama do pensamento cristão. RJ: CPAD, 2001.
RENOVATO, Elinaldo. Perigos da Pós-Modernidade. RJ: CPAD, 2010.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995.
PEARCEY, N. Verdade absoluta. RJ: CPAD, 2006.

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Is Jeremy Maclin choosing the Baltimore Ravens a big blow to the Buffalo Bills heading into 2017?

Rarely does a player with the talent level of Jeremy Maclin hit the open market as late as June. However on June 2 the Kansas City Chiefs released Jeremy Maclin to ease their cap hit. Once Maclin was released, the Buffalo Bills were immediately interested.Joe Flacco Jersey

They appeared to be a perfect match as head coach Sean McDermott and Maclin are familiar with each other. They had spent time together in Philadelphia. Additionally Bills running back LeSean McCoy and Maclin are good friends. McCoy took it upon himself to try and recruit Maclin to Buffalo.

Ultimately,Justin Tucker Jersey Maclin decided to pass on signing with the Bills, and chose to sign a two-year deal with the Baltimore Ravens. It appears, on the surface, to be a blow to the Bills offense. Maclin would have provided another weapon for Tyrod Taylor and to take some pressure of the Bills run game. However, one could argue that Maclin passing on the Bills is a blessing in disguise, especially when you look at the contract he signed.

The Ravens drastically overpaid for Maclin with a deal worth $11 million over two years.Dennis Pitta Jersey He’s coming off a very disappointing season with the Chiefs, in which he started in only 12 games due to a groin injury. His numbers were weak with 44 catches equaling 534 yards and two touchdowns.

Some of Maclin’s drop off can be attributed to injury. Groin injuries are notoriously difficult to recover from for wide receivers due to constant cuts and quick strides that wide receivers need to execute.C.J. Mosley Jersey However, when you look deeper at Maclin’s stats from last year, there are some numbers that pop out.

Maclin failed to make more than six catches in a game all season, and reached the six-catch plateau only twice.Elvis Dumervil Jersey Furthermore, Maclin had an 82-yard receiving game only once (Week 15). It’s also worth noting that this happened as the Chiefs were weak at wide receiver. When the Chiefs recruited him in 2015, Maclin was supposed to be the go-to guy for quarterback Alex Smith. Unfortunately, he finished third in receiving yards on the team behind a rookie wide receiver Tyreek Hill and tight end Travis Kelce last season.